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Palmeiras 3 x 3 Corinthians – 06/09/2015

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SÃO PAULO, SP – 06.09.2015: PALMERAS X CORINTHIANS – O jogador Gabriel Jesus, da SE Palmeiras, disputa bola com o jogador Ralf, do SC Corinthians P, durante partida válida pela vigésima terceira rodada do Campeonato Brasileiro, Série A, na Arena Allianz Parque. (Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Com um primeiro tempo recheado de gols, empatamos com o Corinthias em casa e nos mantemos na briga por uma vaga no G4. São 5 ou 6 times brigando por 1 vaga, o que torna a disputa bem difícil.

O empate tem um gostinho de derrota, visto que fomos superiores, jogamos em casa e ganhávamos até os 33′ do segundo tempo.

Ainda tem bastante campeonato, mas depois desses tropeços todos acredito que tenhamos que começar a focar na Copa do Brasil.

Jogo válido pela 23ª rodada do Brasileirão 2015.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 3 CORINTHIANS

DATA E HORÁRIO: 06/09/2015, às 16h
LOCAL: Allianz Parque, em São Paulo (SP).
ÁRBITRO: Raphael Claus (Fifa-SP)
AUXILIARES: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Rogerio Pablos Zanardo (SP)

PÚBLICO/RENDA: 35.707 pagantes / R$ 2.578.440,00
CARTÕES AMARELOS: Lucas, João Paulo, Leandro Almeirda, Robinho, Dudu e G. Jesus (PAL); Fagner, Gil e Cristian (COR)
CARTÕES VERMELHOS: Não houve
GOLS: Lucas, aos 18’/1ºT (1-0); G .Arana, aos 24’/1ºT (1-1); Robinho, aos 26’/1ºT (2-1); Amaral, contra, aos 37’/1ºT; Dudu, aos 41’/1ºT (3-2); V. Love, aos 33’/2ºT (3-3);

PALMEIRAS: Fernando Prass; Lucas, Leandro Almeida, Vitor Hugo e Zé Roberto; Amaral, Arouca e Robinho (João Paulo, aos 25’/2ºT); Dudu (Allione, aos 33’/2ºT), Gabriel Jesus e Alecsandro (Cristaldo, aos 25’/2ºT). TÉCNICO: Marcelo Oliveira

CORINTHIANS: Cássio, Fagner, Felipe, Gil e Guilherme Arana; Ralf (Danilo, aos 31’/2ºT), Marciel (Cristian, no intervalo), Jadson, Renato Augusto e Malcom (Rildo, aos 23’/2ºT); Vagner Love.TÉCNICO: Tite

Palmeiras recebe Corinthians pela 1ª vez no Palestra Italia pelo Brasileirão

Luan de Sousa
Departamento de Comunicação
05/09/2015 – 13:27h

O dérbi deste domingo (06) será o primeiro da história do Campeonato Brasileiro no Palestra Italia, incluindo os embates antes da reforma. Até então, os clássicos foram disputados no Morumbi (30 vezes), Pacaembu (16), Prudentão (3) e Itaquerão (2).

O retrospecto no torneio nacional é favorável ao Alviverde, com 18 vitórias, 19 empates e 14 derrotas. No cômputo geral, a vantagem também é palestrina: em 357 partidas, foram 126 triunfos, 109 empates e 122 reveses.

O histórico recente diante dos rivais também aponta o Verdão na frente. Falando nisso, com o empate na semifinal do Paulista por 2 a 2 (e a classificação para a final nos pênaltis) e o resultado positivo no primeiro turno (ambos em Itaquera), o Palmeiras pode, caso não perca no domingo, abrir uma sequência invicta de três jogos pela primeira vez em quatro anos.

Em confrontos válidos pelo Brasileirão, a equipe que detém a maior sequência sem derrotas é o Alviverde. Foram, ao todo, oito duelos de invencibilidade tanto entre 09 de março de 1967 a 15 de agosto de 1971 (com quatro vitórias e quatro empates), e entre 13 de novembro de 1994 a 12 de setembro de 1999 (com cinco triunfos e três empates).

O Corinthians, no máximo, obteve uma sequência de seis partidas (uma vitória e cinco empates), entre 27 de janeiro de 1974 a 25 de outubro de 1978.

Curiosidades

Goleadores: Com 14 gols cada, Romeu Pellicciari e César Maluco foram os jogadores que mais balançaram as redes alvinegras. Em dérbis no Palestra Italia (inclui Allianz Parque), Romeu é o maior artilheiro: marcou dez vezes.

Invencibilidade no geral jogando em casa: Em dérbis disputados no Palestra Italia e no Allianz Parque (levando em conta todos os campeonatos), o Palmeiras é a equipe que possui a maior série invicta (que também é a maior série de vitórias do clássico): foram sete triunfos consecutivos entre 27/07/1930 a 05/08/1934.

8 x 0: A maior goleada da história do confronto entre os dois times aconteceu em uma partida disputada no Palestra Italia, válida pelo Campeonato Paulista de 1933. O Verdão superou o rival pelo incrível placar de 8 a 0, com gols de Romeu Pellicciari (4 gols), Imparato (3) e Gabardo.

Pós-Jogo

Fonte: Verdazzo

Num jogo muito franco, o Palmeiras empatou com o SCCP por 3 a 3 e segue no bolo que busca uma vaga para a Libertadores. A esta altura do campeonato, basicamente sete times brigam por uma vaga, já que o SCCP, Atlético-MG e o Grêmio parece estar se destacando na frente.

O Verdão agora vai a Porto Alegre onde enfrenta o Inter, em jogo que serve como aquecimento para o confronto pela Copa do Brasil, que começa dentro de pouco mais de duas semanas. Para este jogo, o Palmeiras não terá quatro titulares, cirurgicamente amarelados por Raphael Claus, que se não cometeu nenhum erro decisivo, esteve longe de fazer uma boa arbitragem, quebrando o ritmo do jogo apitando as chamadas faltinhas, sempre a favor do SCCP, e amarelando mais da metade de nosso time sem razão.

PRIMEIRO TEMPO

Com Alecsandro no lugar de Barrios, cortado por problemas físicos; e com Amaral e Leandro Almeida escalados por opção pessoal, o Verdão foi a campo no recente 4-4-2, alternativa tática que vem sendo a preferida por Marcelo Oliveira nos últimos jogos. Com Robinho e Dudu bem avançados, e os laterais, sobretudo Lucas, avançando sobre o campo ofensivo, o Palmeiras mostrava bastante apetite. O SCCP não se limitou a aceitar a pressão e mantinha seus atletas posicionados de forma ofensiva, o que fazia com que o meio-campo fosse um grande deserto, com as jogadas alternando de área a área o tempo todo, tornando o jogo bastante agradável.

Aos seis, a primeira chance: Lucas avançou com muita liberdade nas costas de Arana e foi lançado por Robinho; o cruzamento veio por baixo e Felipe escorou para trás, facilitando para Cássio. Os goleiros tinham trabalho com bolas cruzadas, enquanto os laterais dos dois times tinham problemas com os espaços deixados em suas costas.

Aos 18, Dudu aproveitou o espaço na intermediária, conduziu e bateu de fora – Cássio defendeu. O Palmeiras já tinha mais presença ofensiva e não era mais atacado, passando a dominar o jogo. E um minuto depois foi recompensado com o gol: Dudu comandou a jogada, distribuiu para Lucas, que mais uma vez apoiava pela direita; o lateral entrou na área em diagonal e tentou cruzar para Alecsandro, que estava sem marcação; Guilherme Arana tentou cortar e desviou a bola para cima, o que tirou Cássio da jogada e mandou a bola no ângulo direito: Verdão 1 a 0.

Cinco minutos depois, o SCCP empatou num lance de bobeira de nossa defesa: Robinho disputou uma bola com Malcom na lateral do campo, caído, e perdeu; Lucas não acompanhou o lateral, que se projetou em velocidade e recebeu na frente; ele entrou na área, encarou Fernando Prass e tocou com personalidade, no canto do goleiro, de forma surpreendente. Ou teve muita personalidade, ou fechou os olhos e bateu. De qualquer forma, a bola acabou entrando e o jogo estava empatado.

Nem deu tempo de ver se os times mudariam a forma de jogar: dois minutos depois, Lucas se projetou mais uma vez e foi ao fundo; o cruzamento veio no primeiro pau, onde Robinho se antecipou a Felipe e testou firme, sem chances para Cássio: o Verdão estava mais uma vez à frente, 2 a 1.

E o Palmeiras continuou em cima, tentando o terceiro, com chutes de Zé Roberto, que quase saiu do Allianz Parque, e de Lucas, que emendou uma bola que saiu por cima, após passe rasteiro de Robinho. E quando parecia que o Verdão faria o terceiro, Fernando Prass fez um ‘gol’, ao sair nos pés de Renato Augusto, que arrancou do meio-campo quase sem ser importunado e conseguiu entrar em nossa área com a bola dominada. Leandro Almeida estava cochilando.

Aos 37, uma falta discutível perto da linha lateral marcada por Raphael Claus deu origem ao segundo gol: Jadson bateu; Marciel desviou e Fernando Prass rebateu no susto; a bola chegaria a Vagner Love mas Amaral tentou cortar do jeito que dava, e acabou marcando contra: o jogo estava empatado pela segunda vez.

Não dava tempo de respirar, e aos 40 Dudu mais uma vez desequilibrou: ele conduziu pelo miolo, avançou e bateu forte, de trivela, buscando o canto direito de Cássio que conseguiu ótima defesa, mandando a escanteio. Na batida, Alecsandro desviou no primeiro pau e o próprio Dudu estava lá para conferir, marcando o terceiro. Que jogaço. E o SCCP ainda teve forças para quase empatar ainda no primeiro tempo, numa bola levantada por trás de nossa zaga que Renato Augusto apareceu de surpresa e desviou, mas a bola saiu raspando a trave esquerda de Fernando Prass.

SEGUNDO TEMPO

Com Cristian no lugar de Marciel, Tite tentou reforçar um pouco o sistema defensivo, muito exposto – mas não adiantou. Os primeiros quinze minutos do Palmeiras foram magníficos, mantendo a posse de bola, colocando o adversário na roda e criando chances de gol. Primeiro, com Gabriel Jesus, que cabeceou após cruzamento de Lucas – Cássio rebateu para o lado. Depois, Alecsandro tentou o arremate, para outra defesa do goleiro adversário.

A pressão continuava, e Vitor Hugo subiu no terceiro andar após escanteio batido por Zé Roberto e a testada foi quase um chute, mas saiu por cima. Um minuto depois, Gil derrubou Gabriel Jesus a dois metros da meia lua, frontal, e foi amarelado. Dudu bateu na barreira.

Até os 25 minutos, o SCCP não finalizou nenhuma vez ao gol de Prass, mas o jogo começou a mudar quando Rildo entrou no lugar de Malcom. Marcelo Oliveira mandou João Paulo a campo no lugar de Robinho, puxando Zé Roberto para o meio; e Cristaldo entrou no Alecsandro. E aos 28, João Paulo fez ótima jogada e cruzou rasteiro, para trás, e Zé Roberto apareceu sem marcação, com o gol à disposição – mas bateu mal, por cima, quando o certo seria só dar um tapa. Foi a bola do jogo.

Aos 31, a sorte começou a virar. Jadson fez boa jogada dentro da área e girou, deixando Cristian na cara de Prass; nosso goleiro cresceu absurdamente na frente do volante e fez uma defesa marcônica, monstruosa. E aos 32, Tite mandou Danilo a campo, e parece que esse sujeito é sinônimo de tragédia para o Palmeiras: mesmo sem participar do lance, foi só ele entrar e saiu o empate. O lance começou com Rildo, que disparou em velocidade; Leandro Almeida demorou para dar o bote e fez a falta perto da área. No levantamento, o próprio Leandro Almeida foi batido por Vagner Love, que conseguiu cabecear na linha da pequena área, empatando tudo.

Allione foi a campo no lugar de Dudu, que seria expulso por estar revoltado com a arbitragem “perfeita” de Claus: amarelou mais da metade de nosso time e travou nosso ataque sem precisar cometer erros gritantes. O time e a torcida sentiram o empate, e o estádio murchou um pouco. Allione entrou com bastante disposição, mas não foi suficiente para levar o time ao gol de Cássio, pelo menos até os 47, quando Lucas, deslocado pela esquerda, cruzou na área, e Leandro Almeida estava como centroavante e testou firme, no ângulo direito de Cássio, que foi buscar e espalmou. E assim o jogo terminou.

FIM DE JOGO

Jogaço no Allianz Parque. O Palmeiras foi melhor, mas não teve competência para transformar a superioridade em placar. O empate nos mantém no bolo que busca a quarta posição e ajudou a diminuir a diferença dos dois perseguidores diretos do SCCP. Já que não podemos mais ser um desses perseguidores, pelo menos vamos atrapalhá-los tanto quanto pudermos.

O Verdão vai sem Dudu, Gabriel Jesus, Lucas e Robinho a Porto Alegre, por obra do senhor Claus. Que Marcelo Oliveira consiga manter o bom ritmo do time mesmo tendo que trocar tantas peças, e mesmo com o elenco, possivelmente, chateado por perder a chance de vencer o Derby. Nosso calendário não permite esse tipo de abatimento, não há tempo. É necessário virar a chavinha rapidamente e estudar o colorado, que também vem de um resultado ruim. O Beira-RIo, tal qual o Serra Dourada, é maldito, e temos que brigar além de tudo com esse retrospecto. Então FORÇA PALMEIRAS!

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