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Palmeiras 3 x 1 Sport – 06/09/2012

Tiago Real marca o segundo gol do Palmeiras e faz a torcida respirar aliviada.
Foto: Alex Silva/AE

Depois de 3 derrotas seguidas e um empate na competição nacional, uma vitória para dar um ânimo ao torcedor na complicada tarefa de fugir do rebaixamento.

Não era final de Copa do Brasil, nem mata-mata de Libertadores, muito menos briga por título do Campeonato Brasileiro. Era mais do que isso: a luta pela honra. Por isso, o Pacaembu lotou nesta quinta-feira. E por isso o Palmeiras, campeão nacional há dois meses, deu sinais reais de que pode sair do buraco ao vencer o Sport por 3 a 1, em um Pacaembu lotado (mais de 30 mil torcedores).

Na briga direta entre duas equipes da zona de rebaixamento, o Verdão levou a melhor, ultrapassou o rival, mas ainda está entre os quatro piores do Brasileirão.

O jogo foi decidido por um coadjuvante, Tiago Real. O Palmeiras abriu o placar com Correa, sofreu o empate com Rivaldo, e viu o meia decidir com um golaço e uma assistência para Obina. O duelo acabou aí. O Verdão subiu para 20 pontos, na 17ª colocação.

Jogo válido pela 22ª rodada do Brasileirão 2012.

FICHA TÉCNICA

Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Data: 06/09/2012, quinta-feira
Horário: 21h. (de Brasília)
Público: 30.463 pagantes
Renda: R$ 599.780,00
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Assistentes adicionais: Wagner Reway (MT) e Adriano Milczvski (PR)
Cartões amarelos: Henrique, Thiago Heleno e João Vitor (Palmeiras); Willian Rocha, Rivaldo, Hugo e Diego Ivo (Sport)
Gols: Palmeiras: Correa, aos 7, e Tiago Real, aos 17, e Obina, aos 22 minutos do segundo tempo
Sport: Rivaldo, aos 16 minutos do segundo tempo

Palmeiras: Bruno; Mauricio Ramos, Henrique e Thiago Heleno; Correa, João Vitor (Artur), Tiago Real (Márcio Araújo), Valdivia e Juninho; Luan (Maikon Leite) e Obina
Técnico: Felipão

Sport: Magrão; Welton, Bruno Aguiar, Diego Ivo e Willian Rocha; Tobi, Rivaldo, Moacir (Willians) e Hugo; Gilsinho (Henrique) e Felipe Azevedo (Gilberto)
Técnico: Waldemar Lemos

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Palmeiras joga bem, vence o Sport e ganha ânimo para sair da zona da degola

Com o apoio da torcida, Alviverde faz 3 a 1 e espera embalar de vez no campeonato

O Estado de S. Paulo

06 Setembro 2012 | 23h13

SÃO PAULO – Com a presença e o apoio de mais de 30 mil torcedores, o Palmeiras se reabilitou no Campeonato Brasileiro. Após cinco jogos sem vencer – quatro derrotas (uma pela Copa Sul-Americana) e um empate -, o time paulista derrotou o Sport por 3 a 1, nesta quinta-feira, no estádio do Pacaembu, em São Paulo, em jogo da 22.ª rodada entre dois concorrentes diretos na luta contra o rebaixamento.

Agora com 20 pontos, o Palmeiras não deixa a zona da degola, mas fica mais perto de atingir este objetivo. Está na 17.ª colocação, a apenas dois pontos do Coritiba, o 16.º. A vitória desta quinta fez o time paulista ultrapassar o Sport na tabela de classificação – com 19 pontos, a equipe pernambucana ocupa agora o 18.º lugar.

O resultado positivo era muito importante para o Palmeiras, que agora encara uma sequência de três jogos muito difíceis. O primeiro, neste domingo, às 18h30, será contra o vice-líder Atlético Mineiro, no estádio Independência, em Belo Horizonte. Depois encara Vasco, no Rio de Janeiro, e o clássico contra o Corinthians. Já o Sport recebe o Cruzeiro, também no domingo, às 18h30, no estádio da Ilho do Retiro, no Recife.

O JOGO

Como era de se esperar de um duelo entre duas equipes ameaçadas pelo rebaixamento, o jogo no primeiro tempo teve muita marcação, faltas e cartões amarelos – foram seis no total até o intervalo. Com mais posse de bola, o Palmeiras levou mais perigo ao gol de Magrão, mas só realmente ameaçou pela primeira vez aos 27 minutos, quando Obina recebeu livre na entrada da área e chutou colocado no canto esquerdo do goleiro do Sport – a bola caprichosamente bateu na trave esquerda e correu para o lado da área, sem dar qualquer chance de rebote.

O lance acendeu o Palmeiras, que parece ter achado o caminho para furar a marcação pernambucana. Tanto que, aos 33 minutos, após a bola passar de pé em pé do lado esquerdo para o lado direito do ataque, Tiago Real recebeu dentro da área e chutou forte no ângulo. Magrão estava bem colocado e conseguiu espalmar a bola para escanteio.

Percebendo que estava dando espaços para o Palmeiras, o Sport apertou mais a marcação e os cartões amarelos começaram a aparecer – para Hugo, Rivaldo e Willian Rocha. Afobado para atacar, o time paulista perdia a bola e dava chance para o contra-ataque do Sport. Aí foi a vez dos palmeirenses serem advertidos – Henrique, Thiago Heleno e João Vitor – e levarem um grande susto em uma cabeçada de Felipe Azevedo, aos 45 minutos, que Bruno fez grande defesa no seu canto esquerdo.

Com os ânimos mais calmos após o intervalo – Luan e Hugo trocaram empurrões e palavrões na descida para os vestiário -, a partida mudou no segundo tempo, quando as equipes resolveram atacar mais. Logo aos 2 minutos, o Palmeiras quase marcou com Luan, que chutou mal, mas abriu o placar graças a uma falha de Magrão, que não conseguiu segurar um forte chute rasteiro de Correa, cinco minutos depois.

Em desvantagem e sem muita força no ataque – Gilsinho e Felipe Azevedo eram inoperantes -, o Sport contou com um lance fortuito para empatar. Aos 16 minutos, Rivaldo recebeu a bola na intermediária e acertou um petardo no ângulo direito de Bruno. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar.

Só que a equipe pernambucana teve apenas um minuto de festa. Aos 17, após belo passe de Luan, Tiago Real recebeu na área, pelo lado esquerdo, e chutou cruzado para desempatar a partida. Cinco minutos depois, sem dar qualquer tempo de reação ao Sport, o Palmeiras fez o terceiro com Obina, que, de dentro da área, bateu rasteiro no canto direito de Magrão.

Com a vitória bem encaminhada, o time paulista tratou de administrar o resultado, fato que irritou o técnico Luiz Felipe Scolari, que pedia mais movimentação e rapidez ao ataque. O pedido foi atendido e o Palmeiras quase chegou à goleada com algumas chances desperdiçadas – uma delas, aos 41 minutos, em uma cobrança de falta batida por Valdivia na trave direita.

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