Toninho
Tag: Vitória
Palmeiras 2 x 1 Portuguesa – 14/12/1977
Zé Mário e Jorge Mendonça – (Jogo encerrado aos 40 do 2° Tempo)
Palmeiras 1 x 0 XV de Piracicaba – 18/08/1976

A última conquista de Ademir da Guia veio com uma campanha digna de aplausos – o Verdão sofreu só uma derrota em 28 jogos. O embate decisivo, contra o XV de Piracicaba pela penúltima rodada, registrou o recorde de público do Estádio Palestra Italia: 40.283 pessoas. A equipe treinada pelo ex-volante Dudu ganhou por 1 a 0, gol de Jorge Mendonça, o mesmo que ainda marcou os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre o Corinthians na rodada final.
Campanha: Jogos: 28 (17 vitórias, 10 empates e 1 derrota, 39GP, 18GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Palestra Italia. São Paulo-SP
Público: 40.283
Gol: Jorge Mendonça (39’ do 1ºT).
Palmeiras: Leão; Valdir, Samuel, Arouca e Ricardo Longhi; Pires e Ademir da Guia; Edu Bala, Jorge Mendonça, Toninho e Nei. Técnico: Dudu.
XV de Piracicaba: Doná; Volmil, Fernando, Elói e Almeida; Muri e Vágner; Pitanga, Nardela (Capitão), Benê (Paulinho) e João Paulo. Técnico: Dema.
Palmeiras 1 x 0 Corinthians – 22/12/1974

Em um dos maiores Derbys de todos os tempos, o Palmeiras aumentou o jejum de títulos do Corinthians, que já durava quase 20 anos, ao vencer o segundo jogo da final por 1 a 0 – no primeiro, houve empate por 1 a 1. O ponta Ronaldo foi o autor do gol que calou mais de 100 mil corintianos no Morumbi.
Campanha: Jogos: 28 (15 vitórias, 11 empates e 2 derrotas, 40GP, 20GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Morumbi. São Paulo-SP
Público: 120.522
Gol: Ronaldo (24’ do 2°T-PAL).
Palmeiras: Leão; Jair Gonçalves, Luís Pereira, Alfredo Mostarda e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu Bala, Leivinha, Ronaldo e Nei. Técnico: Oswaldo Brandão.
Corinthians: Bullice; Zé Maria, Brito, Ademir e Vladimir; Tião e Rivellino; Vaguinho, Lance, Zé Roberto (Ivan) e Adãozinho (Pita). Técnico: Sílvio Pirillo.
Comercial de Ribeirão Preto 1 x 5 Palmeiras – 07/12/1966

A Academia de Futebol impediu um novo tri do Santos, que havia sido campeão estadual em 1960, 1961, 1962, 1964 e 1965. Com uma campanha irretocável, o Verdão assegurou a taça na antepenúltima rodada, diante do Comercial, em Ribeirão Preto: 5 a 1.
Campanha: Jogos: 28 (20 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, 65GP, 31GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Palma Travassos. Ribeirão Preto-SP
Público: 16.108
Gols: Paulo Bim (21’ do 1ºT-COM), Gallardo (33’ do 1ºT-PAL), Ademar Pantera (45’ do 1ºT-PAL), Gallardo (25’ do 2ºT-PAL), Servílio (33’ do 2ºT-PAL) e Gallardo (45’ do 2ºT-PAL).
Palmeiras: Valdir de Moraes; Djalma Santos, Djalma Dias, Minuca e Ferrari; Zequinha e Ademir da Guia; Gallardo, Servílio, Ademar Pantera e Rinaldo. Técnico: Mário Travaglini.
Comercial: Rosan; Ferreira, Jorge, Píter e Nonô; Amauri e Jair Bala; Peixinho, Luís, Paulo Bim e Carlos César. Técnico: Alfredinho.
Palmeiras 3 x 0 Noroeste – 11/12/1963

O Paulista de 1963 foi o primeiro troféu de uma geração que ficaria conhecida como a Academia de Futebol. O esquadrão alviverde foi o único capaz de impedir o decacampeonato estadual do Santos entre 1960 a 1969 – além do título de 1963, o time ainda faturou outro Paulista (1966), um Torneio Rio-São Paulo (1965) e três Brasileiros (1960 e dois em 1967). A conquista foi sacramentada na penúltima rodada, com uma vitória sobre o Noroeste por 3 a 0.
Campanha: Jogos: 30 (22 vitórias, 6 empates e 2 derrotas, 67GP, 28GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Pacaembu. São Paulo
Público: 37.023
Gols: Servílio (14’ do 2ºT-PAL), Julinho Botelho (17’ do 2ºT-PAL) e Servílio (43’ do 2°T-PAL).
Palmeiras: Picasso; Djalma Santos, Djalma Dias e Vicente; Zequinha e Valdemar Carabina; Julinho Botelho, Servílio, Vavá, Ademir de Guia e Gildo. Técnico: Sílvio Pirilo.
Noroeste: Evaristo; Aracito, Virgílio e Gualberto; Romualdo e Gildésio; Daniel, Araras, Zé Carlos, Lourival e Aílton. Técnico: Balbino Simões.
Palmeiras 2 x 1 Santos – 10/01/1960

Após oito anos sem festejar um título oficial, a torcida palestrina lotou o Pacaembu para testemunhar a histórica vitória do Verdão sobre o Santos, de Pelé, no terceiro jogo extra da decisão do Paulista de 1959. As finais tiveram tanta qualidade técnica e equilíbrio que renderam ao torneio o apelido de Supercampeonato Paulista. Com dois empates (1 a 1 e 2 a 2) e um triunfo (2 a 1, de virada), o Alviverde comemorou sua 13ª conquista estadual.
Campanha: Jogos: 41 (30 vitórias, 7 empates e 4 derrotas, 112GP, 36GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Pacaembu. São Paulo-SP
Gols: Pelé (14′ do 1ºT-SAN), Julinho Botelho (43′ do 1ºT-PAL) e Romeiro (3′ do 2ºT-PAL).
Palmeiras: Valdir de Moraes; Djalma Santos, Valdemar Carabina, Aldemar e Geraldo Scotto; Zequinha e Chinesinho; Julinho Botelho, Américo, Romeiro e Nardo. Técnico: Oswaldo Brandão.
Santos: Laércio; Urubatão, Getúlio e Dalmo; Formiga e Zito; Dorval, Jair Rosa Pinto, Pagão, Pelé e Pepe. Técnico: Lula.
Santos 1 x 2 Palmeiras – 28/12/1947

O título de 1947 ficou marcado por ser o primeiro dos sete conquistados pelo técnico que mais vezes comandou o clube em todos os tempos: Oswaldo Brandão. A taça veio na penúltima rodada, com vitória sobre o Santos por 2 a 1, na Vila Belmiro.
Campanha: Jogos: 20 (17 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 51GP, 16GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Vila Belmiro. Santos-SP
Gols: Turcão (14’ do 1ºT-PAL), Arturzinho (37’ do 1ºT-PAL) e Odair (5’ do 2ºT-PAL).
Palmeiras: Oberdan; Caieira e Turcão; Zezé Procópio, Túlio e Waldemar Fiúme; Lula, Arturzinho, Oswaldinho, Lima e Canhotinho. Técnico: Oswaldo Brandão.
Santos: René; Dinho e Expedito; Nenê, Dacunto e Alfredo; Odair, Zeferino, Adolfrizes, Antoninho e Leonaldo. Técnico: Abel Picabéa.
Palmeiras 3 x 1 São Paulo – 17/09/1944

Nem a controversa ausência do médio Dacunto no duelo decisivo com o São Paulo foi suficiente para frear o Alviverde, que conquistou o troféu com duas rodadas de antecedência. Às vésperas do clássico, o rival defendeu a tese de que o argentino, excluído da partida anterior (na época não havia cartão vermelho), não poderia mais atuar no torneio. A punição não estava prevista no regulamento, mas um tribunal foi instaurado e Dacunto acabou suspenso. Apesar do desfalque, o Verdão ganhou por 3 a 1. Na comemoração, a torcida adaptou uma marchinha de Carnaval e deixou o Pacaembu cantando: “Com Dacunto ou sem Dacunto, o São Paulo é defunto!”.
Campanha: Jogos: 20 (15 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, 50GP, 19GC)
FICHA TÉCNICA
Estádio: Pacaembu. São Paulo-SP
Gols: Caxambu (12’ do 1ºT-PAL), Caxambu (13’ do 1ºT-PAL), Pardal (16’ do 1ºT-SPA) e Villadoniga (34’ do 2ºT-PAL).
Palmeiras: Oberdan; Caieira e Junqueira; Og Moreira, Waldemar Fiúme e Gengo; González, Lima, Caxambu, Villadoniga e Jorginho. Técnico: Ventura Cambon.
São Paulo: King; Piolim e Virgílio; Zezé Procópio, Rui e Noronha; Luizinho Mesquita, Sastre, Leônidas da Silva, Tim e Pardal. Técnico: Jorge de Lima.
Palmeiras 3 x 1 São Paulo – 20/09/1942

Em meio à Segunda Guerra Mundial e às fortes pressões políticas exercidas tanto pela opinião pública quanto pelo presidente Getúlio Vargas, os atletas palestrinos foram obrigados a se superar para erguer o nono troféu estadual. Em menos de um ano, o Palestra Italia foi obrigado a mudar de nome e quase perdeu o estádio. Contudo, logo em seu primeiro jogo como Palmeiras, o time bateu justamente o São Paulo, agremiação que mais incentivou a perseguição aos italianos, por 3 a 1, e ergueu a taça com uma rodada de antecedência.
Campanha: Jogos: 20 (17 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 56GP, 19GC)
FICHA TÉCNICA
Gols: Cláudio (19’ do 1º-PAL), Waldemar de Brito (23’ do 1ºT-SPA), Del Nero (43’ do 1ºT-PAL) e Echevarrieta (14’ do 2ºT-PAL)
Palmeiras: Oberdan; Junqueira e Begliomini; Zezé Procópio, Og Moreira e Del Nero; Cláudio, Waldemar Fiúme, Villadoniga, Lima e Echevarrieta. Técnico: Del Debbio.
São Paulo: Doutor; Piolin e Virgílio; Lola, Noronha e Silva; Luizinho Mesquita, Waldemar de Brito, Leônidas da Silva, Remo e Pardal. Técnico: Conrado Ross.