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Palmeiras 4 x 2 Vitória – 16/07/2017

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Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Precisando muito de uma vitória, para que a pressão das 2 derrotas seguidas na competição não virassem uma crise e também para não despencar na tabela, fomos a campo enfrentar o Vitória em nossa casa.

Conseguimos um ótimo resultado fechando a conta em 4 a 2 depois de ter saído atrás no placar. O resultado nos dá confiança para a sequência e tranquilidade para buscar um melhor padrão de jogo para encarar os mata-matas que se aproximam.

Jogo válido pela 14° rodada do Brasileirão 2017.

Gols, melhores momentos.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 4 X 2 VITÓRIA

LOCAL: Allianz Parque, São Paulo (SP)
DATA-HORA: 16/7/2017 – 11h
ÁRBITRO: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
AUXILIARES: Luiz CLaudio Regazone (RJ) e Eduardo de Souza Couto (RJ)
PÚBLICO/RENDA: 36.263 pagantes/R$ 2.717.846,15
CARTÕES AMARELOS: Gabriel Furtado – no banco – e Edu Dracena (PAL), Geferson, Cleiton Xavier e Wallace (VIT)
CARTÕES VERMELHOS: –
GOLS: Uillian Correia (9’/1ºT) (0-1), Róger Guedes (36’/1ºT) (1-1), Dudu (45’/1ºT) (2-1), Mayke (25’/2ºT) (3-1), Dudu (31’/2ºT) (4-1), David (39’/2ºT) (4-2)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Mina, Edu Dracena e Egídio; Felipe Melo (Zé Roberto, aos 30’/2ºT), Tchê Tchê e Guerra (Michel Bastos, aos 22’/2ºT); Róger Guedes, Dudu (Borja, aos 34’/2ºT) e Willian. TÉCNICO: Cuca.

VITÓRIA: Fernando Miguel; Patric (Leandro Salino, aos 36’/2ºT), Wallace, Alan Costa e Geferson; Renê Santos, Uillian Correia, Yago (David, aos 10’/2ºT) e Cleiton Xavier; Neilton (Jhemerson, aos 30’/2ºT) e André Lima. TÉCNICO: Alexandre Gallo.

Palmeiras encara Vitória pela 40ª vez na história; vantagem é palestrina

Felipe Krüger
Departamento de Comunicação
15/07/2017 – 19h00

O Palmeiras recebe o Vitória neste domingo (16), às 11h, no Allianz Parque, em partida válida pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro 2017. Será a 40ª partida da história entre os dois clubes – o retrospecto aponta 22 triunfos palmeirenses, dez empates e apenas sete derrotas. O Verdão marcou 70 gols e foi vazado 50 vezes.

Pelo Brasileirão, em São Paulo, como no caso deste domingo (16), o Alviverde nunca foi superado pelo Vitória. Foram 15 jogos, sendo dez resultados positivos para o time do Palestra Italia e cinco placares iguais.

O triunfo mais recente do Verdão sobre o clube baiano no Allianz Parque aconteceu no dia 7 de agosto de 2016, por 2 a 1, em partida válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado. Curiosamente, o meia Cleiton Xavier, que hoje defende o Vitória, marcou um dos gols da vitória palmeirense. O outro tento foi anotado por Lucas Barrios.

Em 1993, o Palmeiras decidiu o título do Campeonato Brasileiro contra o Vitória. Após vencer o primeiro jogo, em Salvador, por 1 a 0 – gol de Edílson -, o Verdão garantiu a taça ao superar o rival por 2 a 0, no Morumbi, com gols marcados por Evair e Edmundo.

 

PÓS-JOGO

Fonte: Verdazzo

O Verdão conseguiu uma boa goleada na manhã deste domingo sobre o Vitória, ao marcar 4 a 2 depois de ter saído atrás no placar mais uma vez. O resultado volta a dar confiança ao Verdão, que segue em busca de um melhor padrão de jogo para encarar os mata-matas que se aproximam.

PRIMEIRO TEMPO

Cuca armou o lado esquerdo da defesa com Egídio e Edu Dracena – aparentemente sem se preocupar com a ameaça de Neílton – talvez confiando na proteção feita por Felipe Melo, de volta ao time titular.

O Porco Doido começou com tudo – na primeira jogada, após bola esticada por Mayke, Dudu acionou Guerra, que passou por trás da zaga e bateu firme, mas na rede pelo lado de fora, assustando Fernando Miguel. O Verdão continuou em cima do time baiano, alçando bolas perigosas na área de Fernando Miguel, sempre tentando o jogo por baixo. Parecia um ótimo começo.

Mas aos 9 aquela nuvem negra apareceu de novo em cima de nossa cabeça – numa bola recuperada por Uillian Corrêa na intermediária, Neílton recebeu pelo meio, com cinco palmeirenses o cercando. Uillian Corrêa correu pelo meio, marcado por Edu Dracena e Mina, recebeu, deu um toque na frente e arriscou o chute de fora: foi muito feliz, acertando o ângulo esquerdo de Fernando Prass – a bola ainda bateu na trave antes de entrar.

Aos 17, após escanteio batido da esquerda, René empurrou Felipe Melo com as duas mãos dentro da área – pênalti que Bruno Arleu de Araújo preferiu não apitar. Aos 22, Tchê Tchê saiu jogando errado; Patric foi lançado por trás da zaga e tocou para as redes de Fernando Prass, mas estava mais de um metro impedido e o bandeira assinalou.

O Palmeiras sentiu o mau momento da temporada e perdeu a objetividade que mostrou nos primeiros minutos, mostrando um enorme nervosismo – a torcida também não conseguiu assimilar o gol e pressionava o time a cada passe errado tornando tudo mais difícil. As tentativas passaram a ser todas pelo alto, e o rendimento do time caiu absurdamente.

Mas aos 34, em mais uma jogada de bola parada, Wallace Reis se chocou com Mina na área e finalmente o juiz marcou o pênalti – duvidoso, tanto na falta, quanto na posição do colombiano. Roger Guedes bateu e empatou o jogo. Com o gol, a tranquilidade voltou ao time, que recuperou a confiança para fazer o toque de bola prevalecer – com mais jogadas por baixo, sem apelar para os chuveirinhos.

Assim, aos 47, depois de tabela entre Dudu e Guerra, um pouco ajudado pela sorte na bola espirrada, o camisa 7 ficou livre dentro da área, de frente para Fernando Miguel, e tocou rasteiro, virando o jogo para o Verdão. Mesmo sem jogar bem, o Palmeiras mereceu a vantagem no placar que levou para o vestiário. Depois de três jogos e meio, o Verdão voltou a ficar à frente no placar.

SEGUNDO TEMPO

Os dois times voltaram sem mudanças e o Vitória, atrás no placar, dava mais espaços ao Palmeiras. Aos 7, Mayke acertou um lindo lançamento para Willian, na cara do gol ele foi atropelado por trás por Alan Costa, mas o juiz de novo não deu o pênalti. Incrível a ruindade da arbitragem.

Aos 12, Edu Dracena dividiu com Cleiton Xavier e estourou, a bola caiu para a corrida de Willian, mais uma vez contra Alan Costa; eles se enroscaram mas o camisa 29 conseguiu abrir para Dudu, em condições de bater, mas ele preferiu o passe – Wallace Reis rebateu nos pés de Willian, que tentou tirar de Fernando Miguel, mas bateu mal, por cima.

Aos 15, Mina cochilou e permitiu que André Lima lhe roubasse a bola perto da linha lateral; ele cruzou rápido para Neílton que fechava pelo meio e o atacante escorou para fora, de frente para Fernando Prass, sem marcação. Que vacilo.

O Vitória se animou com o lance e passou a pressionar o Palmeiras. Aos 20, após uma sequência de escanteios, Wallace Reis acertou uma cabeçada na forquilha esquerda de Fernando Prass. O Palmeiras perdeu o comando do jogo, que ficou muito perigoso. Cuca então trocou Guerra por Michel Bastos.

Aos 23, Egídio bateu uma falta frontal sofrida por Dudu, e a bola tinha o endereço – Fernando Miguel foi buscar na última gaveta da esquerda. E aos 25, Dudu puxou um contra-ataque de forma sensacional, contra dois adversários. Mesmo muito pressionado, ele conseguiu o cruzamento por baixo; Roger Guedes acreditou na jogada e se antecipou ao marcador, ganhando a dividida e fazendo a bola sobrar limpa para Willian, que bateu rasteiro, na trave; no rebote, Mayke encheu o pé e fez o terceiro gol, dissipando a nuvem negra de uma vez por todas. Sai zica!

Aos 30, Cuca sacou Felipe Melo, cansado, e colocou Zé Roberto em seu lugar. E um minuto depois, saiu a jogada do quarto gol: Mina conduziu aos trancos e barrancos e tocou para Michel Bastos, aberto pela direita. Ele evitou a saída e achou um cruzamento por baixo, com precisão milimétrica para a penetração de Dudu, que apenas esticou a perna para colocar no canto direito de Fernando Miguel. Estava desenhada a goleada.

O jogo naturalmente diminuiu de ritmo e aos 39, David recebeu uma bola na direita, deu um drible desmoralizante em Egídio e avançou; abriu na direita para André Lima e se projetou à frente, recebendo de volta – nossa defesa ficou na bola e ninguém marcou o jogador do passe – André Lima devolveu e David fuzilou Fernando Prass, diminuindo o placar.

Aos 41, Zé Roberto ligou com Michel Bastos, que rapidamente acionou Borja, do jeito que ele gosta, com a bola na frente e em condições de arremate; o camisa 9 tentou acertar o canto direito de Fernando Miguel mas errou o alvo. E com o placar definido, os dois times reduziram a marcha e esperaram pelo apito final do péssimo Bruno Arleu de Araújo.

FIM DE JOGO

Ufa! Mesmo saindo atrás no placar pela quarta vez seguida, desta vez o Palmeiras conseguiu a virada e voltou a ficar à frente no placar, o que nos devolve a perspectiva de ver o time criando jogadas com tranquilidade e usando toda a capacidade técnica dos jogadores. Ficou claro que o jogo tem que ser por baixo, ao menos enquanto Deyverson, um atacante com bom porte físico, não fica à disposição.

O palmeirense finalmente pôde curtir um macarrão de domingo feliz, relaxado, e volta a ter confiança no time. Quarta tem cheirinho. Pra cima deles! VAMOS PALMEIRAS!

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