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Atlético/MG 2 x 1 Palmeiras – 30/10/2011

Foto: Ramon Bitencourt /Lancepress! / Lance!

Em crise o Palmeiras foi até Sete Lagoas e “conquistou” outra derrota no returno do campeonato. O revés piora ainda mais o clima interno e aumenta a pressão.

Felipão, mais uma vez sem Kleber, afastado do elenco principal, escalou Fernandão na frente, já que o Palmeiras optou por não pagar para colocar Ricardo Bueno em campo. Marcos Assunção e Henrique ampliaram a lista de desfalques e Rivaldo, no lugar de Gabriel Silva, apareceu na lateral esquerda.

Com bom futebol e relativa tranquilidade, a equipe da casa foi dominante do início ao fim e venceu a partida.

O Palmeiras, com 41 pontos, segue em crise e, em 13º, continua sem sentir o sabor da vitória após sete jogos consecutivos.

Jogo válido pela 32ª rodada do Brasileirão 2011.

FICHA TÉCNICA

Local: Arena do Jacaré, Sete Lagoas (MG)
Data: 30/10/2011 (domingo)
Horário: 18h (horário de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Edinei Mascarenhas (RJ) e Marcos Peçanha (RJ)
Cartões amarelos: Pierre, Daniel Carvalho (Atlético-MG). Cicinho (Palmeiras)
Cartões vermelhos: Maurício Ramos e Valdivia (Palmeiras)
Gols: Atlético-MG: Neto Berola, aos 36 minutos do primeiro tempo, e Fellipe Soutto, aos 16 minutos do segundo tempo
Palmeiras: Luan, aos 38 minutos do segundo tempo

AtléticoMG: Renan Ribeiro; Carlos César (Serginho), Réver, Leonardo Silva e Triguinho; Pierre, Fellipe Soutto, Daniel Carvalho (Magno Alves) e Bernard; André e Neto Berola (Richarlyson)
Técnico: Cuca

Palmeiras: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Maurício Ramos e Rivaldo; Chico, Márcio Araújo (João Vitor), Tinga (Maikon Leite) e Valdivia; Fernandão (Vinicius) e Luan
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Globo Esporte, Terra Esportes, Estadao, Folha Online.

Palmeiras perde outra e se afunda

Apático, time leva dois gols em MG, vê Valdivia ser expulso e soma 7 jogos sem vitória

FOLHA DE SÃO PAULO

Que fase a do Palmeiras.
Valdivia e Luan fazem jogada brilhante, mas Fernandão perde na cara do gol. No minuto seguinte, a zaga para, e o Atlético abre o placar.
No fim, 2 a 1 para a equipe mineira, que luta para não cair. E os palmeirenses, estacionados com 41 pontos, veem o assunto rebaixamento cada vez mais pulsante.
O Palmeiras completou ontem sete jogos sem vitórias.
Neste segundo turno do Brasileiro, aliás, o time só ganhou uma vez. O ataque continua sem funcionar, e a zaga, que antes era festejada, é cada vez mais vulnerável.
A zona da degola, é verdade, continua distante. Nove pontos separam o time do Ceará, 17º colocado. A cada rodada, os palmeirenses falam em conquistar “mais três ou quatro pontos” para livrar definitivamente qualquer risco. Mas, para conquistar seus últimos três pontos, o Palmeiras precisou jogar sete vezes.
Valdivia, como tem sido comum, mais reclamou do que jogou. Não é exagero dizer que o chileno passou mais tempo no chão, se contorcendo, do que de pé, jogando.
A cada esbarrão que sofria, ia ao solo com as mãos no rosto e, segundos depois, levantava-se reclamando. Levou um cartão amarelo por reclamação no primeiro tempo. Tomou o segundo por falta e foi expulso aos 28min da segunda etapa, quando o Palmeiras já perdia por 2 a 0 e tinha um a menos. Pouco antes, Maurício Ramos fora expulso por dar um carrinho.
Boa jogada, mesmo, só no primeiro tempo. Aos 36min, Valdivia achou bem Luan, que rolou para Fernandão, que chutou em cima do goleiro. No lance seguinte, Neto Berola recebeu livre e marcou o primeiro gol mineiro.
O segundo gol do Atlético -um golaço de Fillipe Soutto- destruiu o Palmeiras. O time que já não criava se perdeu em campo, logo ficou com dois jogadores a menos, e os erros ficaram cada vez mais recorrentes e infantis.
O time ao menos foi brioso. Com dois a menos, fez um gol, com Luan, de cabeça, e passou a martelar os mineiros. A pressão, porém, durou pouco. “Mesmo com a derrota, o time está de parabéns”, analisou o atacante.
Luiz Felipe Scolari voltou a minimizar o rebaixamento. “Pelos cálculos, com 42 pontos ninguém desce. Temos 41”, disse. “Eu me sinto mal, chateado. Mas tenho que superar momentos difíceis.”
A sequência do time não ajuda. No domingo, enfrentará o Coritiba em Barueri, depois pegará o Grêmio no Sul.
O discurso dos jogadores é o mesmo: garantir os pontos para evitar riscos, que só aumentam a cada jogo.

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