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Ponte Preta 0 x 0 Palmeiras – 18/02/2018

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Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Pouco mais de 3 mil torcedores Pontepretanos encararam a chuva e foram ao estádio Moisés Lucarelli assistir ao confronto. Nenhum torcedor Palestrino pôde assistir pois a Ponte Preta cumpre punição. Sim, isso mesmo!!!

As péssimas condições do gramado do estádio, em função do excesso de chuva dos últimos 2 dias, contribuíram bastante para que o placar não saísse do 0 e decretasse a igualdade sem gols depois de 14 anos no confronto.

O Palmeiras bem que tentou, mas com um esquema de jogo baseado no toque de bola, não conseguiu articular as jogadas e não criou quase nada perigoso. A Ponte tentou em chutes de longa distância bem interceptados por Jaílson.

O Palestra agora tem a semana de treino e preparação para o primeiro Derby do ano.

Jogo válido pela 8ª rodada do Paulistão 2018.

FICHA TÉCNICA

Local: Moisés Lucarelli, Campinas (SP)
Data: 18/02/2018, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Vinicius Gonçalves Dias Araujo
Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Vitor Carmona Metestaine
Público: 3.163 pagantes
Renda: R$ 56.810,00
Cartões amarelos: Fellipe Cardoso, João Vitor, Marciel (PON); Michel Bastos, Antonio Carlos (PAL)

Ponte Preta: Ivan; Emerson, Renan Fonseca, Luan Peres e Orinho; João Vitor (Ronaldo), Jeferson e Marciel; Léo Artur (Gabriel Vasconcelos), Felipe Saraiva (Daniel) e Fellipe Cardoso
Técnico: Eduardo Baptista

Palmeiras: Jailson; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Michel Bastos (Victor Luís); Thiago Santos, Tchê Tchê, Lucas Lima (Bruno Henrique), Guerra (Keno) e Dudu; Willian
Técnico: Roger Machado

Lancenet!, Globo Esporte, Terra Esportes, Estadao, Folha Online.

Palmeiras e Ponte Preta duelam pela 130ª vez; vantagem é alviverde

Felipe Krüger
Departamento de Comunicação
17/02/2018 – 13h10

O Palmeiras visita a Ponte Preta neste domingo (18), no estádio Moisés Lucarelli, em busca da manutenção da invencibilidade do clube na temporada 2018. Foram, até aqui, sete partidas, sendo seis vitórias e um empate. Será o 130º entre as equipes ao longo da história – o retrospecto indica 65 triunfos alviverdes, 31 empates e 33 jogos vencidos pelo time do interior de São Paulo.

Considerando apenas jogos do Campeonato Paulista, como no caso deste domingo (15), o histórico de embates é de 87 duelos, 41 vitórias palestrinas, 26 igualdades no marcador e 20 triunfos alvinegros.

Em 2008, os dois times decidiram o Campeonato Paulista. Após vitória na primeira partida, em Campinas, por 1 a 0, o Palmeiras confirmou o título estadual ao golear a equipe do interior paulista por 5 a 0 – gols marcados por Alex Mineiro (3), Valdivia e Ricardo Conceição (contra).

O encontro mais recente entre os clubes aconteceu no dia 19 de outubro de 2017, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. O Verdão venceu por 2 a 0, no estádio do Pacaembu – os tentos foram anotados pelos atacantes Keno e Borja.

PÓS-JOGO

Verdazzo

Num campo encharcado, o Palmeiras ficou no empate sem gols contra a Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, mas segue na liderança de seu grupo e do campeonato, com folga. O time agora volta as atenções para a preparação para o Derby, que acontece no próximo sábado, em Itaquera.

PRIMEIRO TEMPO

Borja acusou dores no joelho e nem viajou a Campinas. Roger Machado escalou Guerra aberto pela direita, colocando Willian Bigode como centroavante. Thiago Santos foi confirmado na frente da zaga, para poupar Felipe Melo para o Derby, já que o Pitbull está pendurado. E o jogo começou lento, com as equipes tentando compreender o estado do gramado, muito castigado pelas chuvas que caíram sobre Campinas em todo o final de semana.

Com dois minutos, um chutão de trás alcançou Felipe Cardoso, que ganhou na velocidade de Marcos Rocha e bateu por cima do gol de Jailson, que preferiu ficar sob as traves em vez de alcançar a bola antes do atacante.

O campo estava muito ruim pelo lado esquerdo de nosso ataque, e era natural que o time buscasse o lado direito, com Guerra e Marcos Rocha. As cobranças de lateral de nosso camisa 22 se tornaram uma arma bastante usada – na terceira tentativa, aos 13, ele achou Lucas Lima junto à linha de fundo, dentro da área – o camisa 20 deu o tapa de primeira para o meio e levou muito perigo para a zaga da Ponte, que aliviou.

A Ponte, por sua vez, preferia os arremates de longe – Orinho exigiu boa defesa de Jailson aos 14 minutos. Dois minutos depois, Lucas Lima lançou Dudu em velocidade; o goleiro Ivan se precipitou na saída e trombou com Emerson e a bola quase sobrou limpa para nossa capitão, sem goleiro, mas Renan Fonseca chegou bem na cobertura e tirou o perigo.

Aos 28, após roubada de bola de Willian e Marcos Rocha na saída da Ponte, Guerra acionou Tchê Tchê, que bateu forte de fora da área, e a bola passou muito próxima ao ângulo direito de Ivan, na melhor chance do jogo até então. O jogo seguia muito ruim, evidentemente prejudicado pelo estado do gramado; as ações do Palmeiras pareciam já predominar, mas insuficientes para tirar o zero do placar no primeiro tempo. Evidentemente o Verdão sentiu muita falta de Borja enfiado no meio dos zagueiros.

SEGUNDO TEMPO

Roger voltou do intervalo com Victor Luis no lugar de Michel Bastos, amarelado. A primeira finalização do segundo tempo, que começou bastante amarrado, foi da Ponte: Felipe Cardoso finalizou de longe, tentando surpreender Jailson, mas pegou muito embaixo da bola.

Aos 14, Guerra roubou a bola de Luan Peres na intermediária, entrou na área e meteu um canudo em cima de Ivan; Willian pegou o rebote de cabeça e golpeou torto, mas a bola ainda chegou em Guerra que teve nova chance de marcar, mas tocou para fora. Tchê Tchê, aos 20, finalizou de fora, mas Ivan defendeu em dois tempos. Um minuto depois, Léo Artur conseguiu dominar dentro da área e jogou no bololô; Thiago Martins tentou rebater e quase fez contra.

Keno entrou no lugar de Guerra; aos 22 a Ponte assustou num chute de fora de Orinho: a bomba chegou a resvalar a trave direita de Jailson, que estava na bola. Aos 25, após falta batida da direita, a zaga da Ponte afastou mal e a bola caiu no peito de Dudu, do lado esquerdo; ele cortou bem o primeiro marcador, puxou para dentro e bateu mal, para fora.

No lance seguinte, após contra-ataque puxado por Dudu, Lucas Lima sofreu falta na frente da meia-lua mas a bola sobrou para Dudu, que emendou de primeira, exigindo grande defesa de Ivan – mas o juiz já tinha apitado a falta. Dudu bateu e a bola resvalou na barreira, indo a escanteio.

Aos 35, Lucas Lima conduziu pela esquerda e acionou Dudu, na meia-lua, como um centroavante; o capitão matou a bola, que subiu um pouquinho, e ele girou o corpo, pegando a bola na queda, e fuzilando o canto direito de Ivan, que estava batido – ela saiu por muito pouco.

Dudu seguiu jogando por dentro e mais uma vez apareceu como centroavante aos 40, dominando um passe por baixo de Willian e sendo travado na hora do arremate. Lucas Lima deu lugar a Bruno Henrique. Dudu roubou de Luan Peres, entrou na área e conseguiu finalizar – Ivan colocou a escanteio.

Depois da pressão do Palmeiras, quase a Ponte fez aos 47: Orinho bateu duas vezes, na segunda a bola desviou em Marcos Rocha e pegou muito efeito, indo no canto esquerdo alto, mas Jailson não perde jogo e não permitiu o gol. Com o placar zerado, o juiz encerrou a partida.

FIM DE JOGO

Sem grandes destaques individuais – nem positivos, nem negativos – o Verdão lutou muito mais contra o gramado do que contra o adversário. Nivelado por baixo, o jogo teve poucas alternativas e ficou sujeito a chances criadas em erros individuais – ninguém aproveitou. Não foi possível avançar no desenvolvimento do time e a partida valeu mesmo apenas para ver como o time se comporta em situações anormais.

A semana que começa agora é de Derby. É necessário redobrar o cuidado nas declarações à imprensa, que virá cheia de vontade atrás de qualquer brecha que deflagre alguma polêmica ou mesmo que instale uma crise. Foco no inimigo, com todo o apoio de nossa torcida, e VAMOS PALMEIRAS!

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